terça-feira, 31 de maio de 2011

Mercedes mostra detalhes do SLS Roadster

- Novo conversível será uma das atrações do Salão de Frankfurt, em setembro
   Divulgação
Mercedes-Benz SLS Roadster: ganho de apenas 40 jk em relação ao cupê, mesmo com todos os reforços estruturais
- A Mercedes-Benz revela imagens oficiais e informações do SLS Roadster antes do lançamento oficial, no Salão de Frankfurt (Alemanha), entre os dias 15 e 25 de setembro. O carro vem com capota de tecido acionada eletricamente mesmo com o esportivo em movimento, contanto que não ultrapasse 50 km/h. Ao contrário da maioria das coberturas de outros modelos conversíveis, a do supercarro alemão não rouba espaço no porta-malas de 173 litros.
   Divulgação
Interior mantém o mesmo aspecto da versão cupê do SLS
- Por dentro, uma das diferenças da versão roadster em relação ao cupê fica por conta do sistema de aquecimento embutido nos encostos de cabeça, que permite dirigir sem capota, mesmo em tempo frio, mantendo certo conforto. O som de alta-fidelidade Bang & Olufsen é outro destaque do carro, assim como o computador de bordo que exibe informações em tempo real sobre o esportivo.
- O motor V8 de 6.3 litros de cilindrada preparado pela AMG tem 571 cavalos e brutais 66,3 kgfm de torque e está acoplado ao câmbio seqüencial de dupla embreagem de sete marchas. Com tanto fôlego e apenas 40 kg a mais que a versão cupê, o roadster é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em meros 3,7 segundos e atingir 317 km/h, segundo a marca alemã.
   Divulgação
Capota que fica alojada atrás dos bancos não rouba nenhum espaço do pequen porta-malas de 173 litros de capacidade
Fonte: Autonews

Formula 1: Pérez é liberado do hospital e já pensa no Canadá: 'Estou me sentindo bem'.

- Mexicano da Sauber sente apenas dores musculares no pescoço e na perna.

carro de Sergio Perez após acidente em Mônaco (Foto: AP) 
Sergio Pérez após acidente em Mônaco (Foto: AP)
- Sergio Pérez foi liberado do Hospital Princesa Grace nesta segunda-feira após seu violento acidente no treino classificatório para o GP de Mônaco. O mexicano da Sauber foi mantido sob observação por uma segunda noite e passou por checagens após ter uma concussão na batida de sábado. Ele perdeu o controle na freada para a Chicane do Porto, acertou com força a barreira de proteção e chegou a ficar inconsciente no momento, mas acordou ainda no resgate.
- Estou me sentindo bem. Tenho um pouco de dor no pescoço e na perna, mas são musculares. Nada para me preocupar. Ainda estava tonto no domingo, mas foi isso. Graças a Deus estou bem e ansioso para voltar a pilotar. Eles me trataram muito bem no hospital e quero agradecer a toda a equipe médica, além de todo os que se preocuparam comigo. Sou grato pelo apoio e peço desculpas por não ter respondido a todas as mensagens. Foram muitas e acabou rapidamente a bateria do meu telefone - diz Pérez, por meio da assessoria de imprensa da Sauber.
- O mexicano disse estar confiante para correr no Canadá, no dia 12 de junho. Pérez não lembra de tudo o que aconteceu no acidente em Mônaco e não sabe a causa exata do acidente.
- Sim, tenho certeza de que pilotarei em Montreal. Vou fazer todo o possível para pilotar no Canadá. Lembro como comecei o treino e algumas coisas do acidente. Esqueci algumas coisas sobre o que aconteceu após o primeiro impacto e os procedimentos de resgate. Não sei o que causou o acidente. Meu engenheiro disse que não havia problema com o carro. Talvez estivesse fora da linha ideal ou freado em uma ondulação do asfalto.
Fonte: GLOBOESPORTE.COM-Monte Carlo

Simoncelli é chamado pela MotoGP para discutir incidente em Le Mans.

- Italiano foi punido no GP da França por causar acidente em ultrapassagem sobre Dani Pedrosa, que precisou operar clavícula direita

Marco Simoncelli moto gp de estoril (Foto: agência Reuters) 
O estilo de pilotagem de Simoncelli vem causando
controvérsias na MotoGP (Foto: Reuters)
A Federação Internacional de Motociclismo comunicou oficialmente nesta segunda-feira que o piloto italiano Marco Simoncelli, da Honda Gresini, será chamado para se reunir com a Direção de Corrida da MotoGP antes da etapa de Catalunha do Mundial de Motovelocidade, no próximo domingo. De acordo com o comunicado, a reunião é para "discutir mais a fundo" o incidente que envolveu Simoncelli e o piloto espanhol Dani Pedrosa, da Honda, no GP da França.
A MotoGP não deixou claro se o italiano será advertido novamente sobre sua pilotagem ou se a Direção de Corrida pretende explicar melhor a punição (ride-through) aplicada sobre ele em Le Mans.
Simoncelli foi penalizado após sua ultrapassagem sobre Pedrosa, em uma disputa pelo segundo lugar, resultar num acidente e numa fratura na clavícula direita do espanhol, que precisou operar e é dúvida para o GP da Catalunha. O italiano ultrapassou o adversário por fora, numa curva à esquerda, mas deixou pouco espaço para Pedrosa, cuja roda dianteira tocou na moto do rival ao tentar se reerguer. O espanhol perdeu o controle de sua Honda, capotou e se lesionou. Simoncelli continuou na corrida, mas a penalidade causou sua queda para a quinta posição, impedindo seu primeiro pódio na categoria.
Confira o comunicado oficial da MotoGP na íntegra:
"A Direção de Corrida vai chamar o piloto italiano Marco Simoncelli durante o Grande Prêmio da Catalunha desta semana para discutir mais a fundo o incidente ocorrido durante o Grande Prêmio da França da MotoGP.
O GP da França em Le Mans produziu uma corrida empolgante, mas também incluiu um incedente que acrescentou controvérsia à quarta etapa do Mundial de Motovelocidade da MotoGP de 2011.
Uma manobra de ultrapassagem de Marco Simoncelli sobre Dani Pedrosa em uma curva resultou em uma queda para o piloto da Honda, e ele foi mais tarde diagnosticado com uma clavícula direita quebrada. Simoncelli foi penalizado pelo incidente com uma penalidade de ride-through e terminou a corrida na quinta posição."
Fonte: globoesporte/SporTV.com-Barcelona

Italiano de Motovelocidade – Brasileiro Danilo Lewis faz top 5 no Troféu Michelin!


Garbagnate Milanese, 30 de maio de 2011 -  A segunda rodada do Poder Michelin Cup Trophy 2011 aconteceu no fim de semana passado, no autódromo de Perugia Umbria. O brasileiro  Danilo Lewis, pilotando uma Honda CBR600RR PDQ, começou a partir nono no grid da classe 600 Troféu Michelin. Danilo perdeu posições na largada, mas depois das primeiras voltas, o piloto do QDP Team começou a se recuperar, mantendo um bom ritmo que lhe permitiu ganhar três posições e acabar em oitavo lugar.  Danilo  e a equipe está satisfeitos com os primeiros resultados da trajetória de crescimento tomada entre março e ansiosos para a próxima rodada do dia 19 de junho, no Autodromo di Franciacorta.
Danilo, 4º na Open e 8º na Geral, mandando ver na Itália!
  “Foi um fim de semana em uma boa corrida importante para a rota percorrida pelo piloto, que está trabalhando e já faz  progressos. O resultado do fim de semana é bom, especialmente considerando que a pista é muito técnica e exige  experiência para obter orientações sobre como lidar com ela. Daniel na corrida fez um bom começo, mas não conseguiu fazer uma entrada decidida na primeira curva, que é muito estreita e onde você precisa prestar atenção especial para pisos irregulares. É ainda conseguiu capitalizar o melhor resultado, mostrando a capacidade de se adaptar rapidamente à pista para tirar vantagem de cada oportunidade e tem melhorado progressivamente os seus tempos, mantendo o bom ritmo que lhe permitiu classificar entre os dez primeiros. Esta é, certamente, também na equipe, que tem sido incapaz de encontrar um teste inicial de uma solução de bom setup. Ele tem  todos os pré-requisitos para obtenção de bons resultados, por isso vamos continuar com o mesmo empenho na próxima corrida no circuito de Franciacorta.
  -  Danilo Lewis da Silva – Piloto Equipe QDP – # 117-600 Michelin Power Cup – Categoria Open – resultado 8º lugar - 10 Tempo: 1′15 “812
“Uma corrida boa, eu gostei muito! Comecei bem, mas pela terceira volta eu cometi um erro na frenagem no final da reta, o que significou que eu perdi algumas posições. Eu consegui recuperar na próxima volta, mas o grupo da frente tinha sumido. , eu estava contente por ter terminado em oitavo lugar na classificação geral e quarto na categoria Open. Esta pista é agradável para mim e se encaixa o meu estilo de pilotagem. Como todos os circuitos europeus são novos para mim, eu queria saber as características, estudando o percurso com a ajuda do vídeo on-board de vários pilotos e vou fazer a mesma coisa para a próxima corrida em Franciacorta. Eu já adquiri experiência com a Honda CBR600RR o suficiente para ser capaz de se divertir, o seu potencial é elevado, e tendo mais confiança  eu poderia ser capaz de lutar pelo primeiro lugar. Estou feliz porque estou em sintonia com a equipe, de modo que agora podemos encontrar o melhor setup que me permita melhorar gradualmente os meus tempos no fim de semana e durante a corrida. Agora é progredir e para treinar para a próxima prova, 19 de junho. “
Acelera Danilo, acelera Brasil!!!
  Fonte:  Alessandra Foscarini/Office Communications/QDP Srl Team

Teste: Novo Touareg, ponto a ponto

- A Volkswagen sofre com um problema crônico de imagem. Apesar de ter carros sofisticados em seu arsenal, como o Passat e o Touareg, a marca é geralmente associada a veículos populares. Diferentemente do Gol, o mais vendido do Brasil, a função de modelos como o Touareg não é alcançar grande volume de vendas. E não poderia ser, já que o utilitário parte de R$ 220.900 na versão V6 e de R$ 267.990 na V8. O objetivo da Volks com este modelo é agregar requinte à sua imagem e ensinar suas concessionárias a vender modelos mais sofisticados. Mesmo porque, vender não é mesmo o forte do Touareg. A média nacional de vendas do modelo atual pode-se contar nos dedos: 10 unidades. Isso apesar do cenário brasileiro, onde os utilitários esportivos caem cada vez mais no gosto do consumidor.
Teste: Novo Touareg, ponto a ponto
Mudança de postura - Com o atualizado Touareg, Volkswagen tenta mais uma vez sofisticar a marca no Brasil
        A segunda geração do Touareg teve providenciais mudanças no visual. O novo modelo se destaca pela dianteira sintonizada com a mais recente identidade visual da marca – a mesma adotada do Fox ao Passat. Lá estão os faróis levemente angulosos integrados à grade dianteira com barras horizontais – no caso do Touareg, são utilizados leds. No para-choque dianteiro, a entrada de ar é dividida em três seções com filetes cromados. Nas laterais, o SUV ganhou detalhes mais musculosos na carroceria e ficou mais imponente – efeito provocado em partes pelas volumosas caixas de rodas. Na traseira, as lanternas com elementos circulares saíram de cena para dar lugar a novas lentes “quadradinhas”. Já a tampa do porta-malas apresenta agora cortes mais retos e definidos e ostenta um vinco proeminente bem ao centro.
       Além do visual renovado, o Touareg traz outra satisfatória novidade no conjunto mecânico. O utilitário passa agora a ser equipado com a caixa de câmbio Tiptronic de oito marchas – em substituição à antiga de seis velocidades. De resto, o modelo segue disponível com os mesmos motores da antiga geração, ambos a gasolina. O grande destaque ainda é o poderoso V8 de 4.2 litros e 360 cv. A outra opção é o motor V6 de 3.6 litros e 280 cv.
    O novo Touareg passou por uma “dieta” rigorosa para melhorar um dos pontos fracos da última geração: o elevado consumo de combustível. O utilitário está 257 kg mais leve na versão V8 e 206 kg na V6. Segundo a Volkswagen, o modelo atinge um consumo médio de 8,3 km/l em ciclo combinado. A redução no consumo também foi possível pela melhora no coeficiente aerodinâmico. Este foi reduzido de 0,39 para 0,37 cx, graças às modificações nas dimensões do modelo. O Touareg está 41 mm mais longo e 17 mm mais baixo que a versão anterior. A largura aumentou 12 mm. As novas medidas são: 4,79 m de comprimento, 1,70 m de altura e 1,94 m de largura.
    A lista de equipamentos tecnológicos do Touareg é recheada. O utilitário da Volks traz vários recursos interessantes, como o sistema Adaptive Cruise Control. Este trabalha em conjunto com o controle de cruzeiro e monitora a distância para o veículo à frente. O sistema acelera ou desacelera, conforme a necessidade, e pode até promover a parada total do veículo. Outro destaque é o sistema anti-rolagem. A partir da análise do ângulo de inclinação da carroceria e da velocidade de mudança na trajetória, o sistema aciona o ABS e o sistema de tração para devolver o controle ao motorista. Já o Side Scan monitora as laterais do veículo e adverte o motorista sobre a presença de veículos no ponto cego dos espelhos por meio de leds embutidos nos retrovisores externos.
    O Touareg, ainda que renovado, tem uma missão dura pela frente. É que a fila de concorrentes deste segmento está “engarrafada” de prestigiados modelos de marcas “premium”.  Estão lá Mercedes Classe M, BMW X5, Volvo XC90, Audi Q7 e Porsche Cayenne. Além da concorrência de peso, o Touareg ainda esbarra em outra questão delicada: o fato de os consumidores em geral terem dificuldade de enxergar a Volkswagen como uma marca com algum requinte. Nas concessionárias, o modelo é vendido em meio a outros carros com preço e tecnologia menores, como o Gol. Mudar uma imagem de mercado cultivada durante décadas pode não ser tão fácil quanto, simplesmente, importar produtos requintados e caros. O peso de uma logomarca localmente tão forte – que aparece no carro mais vendido do país, além de estar também em boa parte dos caminhões e ônibus – pode tornar difícil a missão de sensibilizar a elite do mercado consumidor.
Instantâneas
# Enquanto o novo Touareg parte no Brasil de R$ 220 mil, na Argentina o mesmo modelo sai de US$ 77.500, o equivalente a R$ 127 mil.
# Esta segunda geração do Touareg esteve no Brasil para o Salão de São Paulo, em outubro de 2010.
# O Volkswagen Touareg adota a mais recente identidade visual da Volks, iniciada pelo cupê Scirocco em 2008.
# O Touareg foi o primeiro modelo híbrido da Volkswagen. Nesta versão um motor a gasolina 3.0 TSI de 333 cv funciona em conjunto com um motor elétrico de 47 cv e gera uma potência máxima combinada de 380 cv.
# No ano passado, o Touareg teve 149 unidades vendidas no Brasil, segundo dados da Fenabrave.
# Segundo a Volks, o modelo já vendeu mais de meio milhão de unidades desde seu lançamento, em 2002.
Ficha técnica

Volkswagen Touareg 4.2 V8 FSI
Motor:
A gasolina, dianteiro, longitudinal, 4.163 cc, oito cilindros em V, duplo comando de válvulas no cabeçote. Injeção direta de combustível e acelerador eletrônico.
Transmissão:
Câmbio automático de oito marchas com dupla embreagem, com opção de trocas sequenciais na manopla e através de borboletas atrás do volante. Tração integral nas quatro rodas com opção de reduzida e bloqueio do diferencial. Controles eletrônicos de estabilidade e tração.
Potência:
360 cv a 6.800 rpm.
Torque:
45,4 kgfm a 3.500 rpm.
Diâmetro e curso:
84,5 mm 92,8 mm. Taxa de compressão: 12,5:1.
Suspensão:
Dianteira independente, com braço duplo transversal, molas helicoidais e amortecedores pneumáticos. Traseira independente, com braço duplo transversal, molas helicoidais e amortecedores pneumáticos. Controle eletrônico de altura.
Freios:
Discos ventilados nas quatro rodas, com sistemas ABS, EBD e assistente de frenagem.
Carroceria:
Utilitário esportivo em monobloco com quatro portas e cinco lugares. 4,79 metros de comprimento, 1,94 m de largura, 1,70 m de altura com suspensão normal, ou 1,78 m de altura com suspensão elevada e 2,89 m de distância entre-eixos.
Peso:
2.075 kg em ordem de marcha e 668 kg de carga útil.
Porta-malas:
555 litros.
Tanque:
100 litros.
Lançamento:
2010.
Produção:
Bratislava, Eslováquia.
Ponto a ponto
Desempenho – Apesar da grande potência, o Touareg não mostra muita agilidade. Ao pressionar o pedal do acelerador, o modelo ganha velocidade com constância, mas parece excessivamente comportado. O poderoso V8 de 360 cv – a 6.800 giros – também gera retomadas pouco animadoras. O torque de 45,4 kgfm é entregue totalmente apenas aos 3.500 giros, o que força a esticar as trocas de marchas. O novo câmbio Tiptronic com oito marchas é um ponto positivo do modelo. Bem escalonado, não apresenta qualquer soluço ou delay. Ainda que o Touareg não transmita a quem dirige a sensação de ser um bólido, a Volkswagen promete o zero a 100 km/h em bons 6,5 segundos, além de uma máxima de 245 km/h. Nota 8.
Estabilidade – A suspensão pneumática e a tração integral 4Motion garantem que o Touareg seja quase perfeito neste quesito. O modelo torce o mínimo da carroceria nas curvas em alta velocidade e não faz qualquer menção de desgarrar, mesmo ao abusar. Nas retas, mesmo em velocidades elevadas, o “jipão” anda o tempo todo “colado” ao chão e transmite total segurança ao motorista. Em frenagens bruscas, o comportamento dinâmico é mais uma vez exemplar. O Touareg praticamente não empina ou inclina. Nota 10.
Interatividade – O Touareg testado contava com sistema de entretenimento com tela touchscreen de oito polegadas e ajustes elétricos do banco e do volante, o que otimiza a ergonomia e simplifica a vida do motorista. A maioria dos comandos é bem posicionada e intuitiva, com exceção para os comandos elétricos do assento que requerem mãos espremidas entre o banco e a porta. A visibilidade traseira é comprometida pelas largas colunas e pela altura do utilitário esportivo, mas na hora de estacionar o modelo conta com um sistema auxiliar dotado de sensores e de uma câmara posicionada na traseira. As imagens captadas são exibidas no monitor. Nota 8.
Consumo
– Segundo a Volks, o Touareg V8 faz a média de 8,3 km/l em ciclo combinado. O computador de bordo acusou 7,1 km/l, em um trajeto majoritariamente rodoviário. Nota 6.
Tecnologia
– O Volkswagen Touareg tem uma lista de itens modernos e tecnologicamente avançados, digno de marcas “premium”. Os destaques vão para os sistemas Adaptive Cruise Control, anti-rolagem e Side Scan, capazes de garantir conforto e segurança para os passageiros. A suspensão também é ajustável automaticamente. Entre os recursos de segurança, além de ABS, EBD, airbags, controles de estabilidade e tração, há sensores de obstáculos traseiro e dianteiro, sensor de veículos no ponto cego do espelho e monitoramento da distância para o veículo da frente, que atua em conjunto com o piloto automático. Para abrir as portas e dar partida no carro não é necessária chave alguma, já que há um sensor que detecta a proximidade do chaveiro do veículo. Nota 10.
Conforto – Há um generoso espaço para pernas e cabeças de todos os ocupantes e atrás três adultos conseguem viajar sem apertos. Os bancos parecem abraçar motorista e passageiro, além de disporem de ajustes elétricos. O isolamento acústico se mostrou eficiente mesmo em velocidades elevadas. Entretanto, a suspensão filtra pouco os impactos no modo normal. Ao selecionar o modo “confort”, o modelo passa a absorver melhor os buracos, mas sacrifica um pouco a estabilidade. Nota 8.
Habitabilidade – O acesso ao Touareg é facilitado pelas portas largas. No entanto, a altura do SUV pode ser uma dificuldade para passageiros mais baixos. Fora isso, o porta-malas acomoda generosos 670 litros. A partir de uma tecla, o banco pode ser rebatido para ampliar o compartimento de carga para 1.642 litros de capacidade. O modelo ainda apresenta boa quantidade de porta-objetos em seu habitáculo. Nota 8.
Acabamento – O Touareg nasceu para emprestar uma imagem de luxo para a Volkswagen. Por isso o modelo traz painéis revestidos com primor e materiais de qualidade, que esbanjam sofisticação e agradam ao tato e aos olhos. Há ainda detalhes cromados e o revestimento em couro para garantir um ar luxuoso. A engenharia alemã realizou um bom trabalho nesse aspecto. Nota 9.
Design
– É um ponto controverso do Touareg. Apesar das inovações, o modelo segue o padrão da Volkswagen de design sóbrio e sem ousadia. Pesa contra o Touareg seguir estritamente a linguagem de design da marca, que estabelece a mesma aparência da dianteira desde os modelos mais baratos, como o Fox brasileiro, até o Passat alemão. Nota 7.
Custo/benefício
– Os valores de R$ 220.990 para a versão V6 e de R$ 267.900 pela V8 são elevados, mesmo com o alto nível de tecnologia embarcada. Com esse dinheiro, é possível adquirir SUVs de luxo de marcas mais requintadas e prestigiadas pelos consumidores que podem pagar tanto por um veículo. Nota 5.
Total – O Volkswagen Touareg V8 somou 79 pontos em 100 possíveis.
Primeiras impressões Peso-pesado de luxo
Campos do Jordão/São Paulo – Pagar mais de R$ 220 mil em um carro da Volkswagen pode parecer inconcebível para quem tem na garagem um Gol, um Fox ou um Voyage. Mas a nova geração do Touareg – carro mais caro da marca vendido por aqui – tem atributos para tentar justificar o preço elevado. A lista de equipamento tecnológicos traz sistemas capazes de acelerar e desacelerar o carro automaticamente de acordo com o tráfego, frear o carro sozinho em uma situação de emergência e estacionar o carro sem a intervenção do motorista, entre outros.
    Já ao entrar no utilitário, o motorista é recebido com materiais de qualidade. Lá estão detalhes em madeira e cromados. Tem requinte, mas não suficiente para encarar concorrentes de marcas “premium” como BMW, Audi e Mercedes-Benz. Pelo menos uma boa posição de dirigir é facilmente achada. Méritos para as inúmeras regulagens do banco e do volante. Além disso, o entre-eixos de 2,89 metros garante espaço de sobra para até cinco passageiros.
    O carro de preço elevado e porte avantajado trafega pelas estradas sem chamar muita atenção. É que o visual excessivamente discreto definitivamente não provoca muita inveja. As linhas retas e sem ousadia, aliás, estão presentes em quase todos os carros da marca. E não poupam sequer o modelo que compartilha a plataforma com Audi Q5 e Porsche Cayenne – visualmente mais instigantes.
    O Touareg também é discreto na hora de acelerar. O motor V8 gera bons 360 cv, mas só nos 6.800 rpm. Com isso, as acelerações não empolgam – apesar do novo câmbio de oito velocidades ser bem escalonado. Mas que ninguém se iluda: o Touareg é capaz de alcançar altas velocidades – em seu ritmo, é claro. A Volks fala em uma máxima de elevados 245 km/h. Mesmo em velocidades altas, não se escuta qualquer ruído exterior, graças ao excelente isolamento acústico do Touareg. Em contrapartida, o conforto fica levemente comprometido quando a suspensão, ajustada eletronicamente, está no modo esportivo, que filtra mal as imperfeições do solo.
 Fonte: MotorDream/Marcelo Cosentino-Auto Press

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Formula Indy: Calouro bate no fim, e Dan Wheldon ganha a vitória em Indianápolis.

- J. R. Hildebrand perde controle do carro, mas consegue chegar em segundo. Britânico dá troco no piloto que ficou com sua vaga na Panther.

dan wheldon fórmula indy vence 500 milhas de indianapolis (Foto: agência Reuters) 
Dan Wheldon comemora depois de vencer a 500 milhas de Indianápolis
- O calouro J. R. Hildebrand estava surpreendendo a todos e, em seu primeiro ano na Indy, entrou na última volta liderando as 500 milhas de Indianápolis. Mas, na última curva, o piloto de 23 anos perdeu o controle de seu carro e foi parar no muro. Melhor para o britânico Dan Wheldon, que herdou a vitória, sua segunda na tradicional prova, depois de dois anos terminando na segunda posição. Apesar da batida, o jovem americano ficou com o segundo lugar, e Tony Kanaan foi o melhor brasileiro, em quarto.

- A vitória vem como uma boa resposta de Dan Wheldon. Depois de dois anos, o piloto foi dispensado pela Panther para ser substituído justamente por Hildebrand, e sem uma equipe fixa, disputou apenas as 500 milhas neste ano, pela Bryan Herta Autosport.
- Após a prova, J. R. Hildebrand explicou que seu combustível estava acabando e, por isso, precisou forçar a ultrapassagem em um retardatário, o que acabou ocasionando a batida. Mesmo assim, o campeão da Indy Lights em 2009 conseguiu seu melhor resultado na categoria principal em sua sétima prova disputada.
- Tony Kanaan, que nunca venceu nas 500 milhas de Indianápolis, terminou na quarta posição, depois de largar em 22º. Vitor Meira chegou em 15º, Helio Castroneves, que largou no segundo lugar, cruzou a linha de chegada em 17º, e Bia Figueiredo foi a 21ª.
j. r. hildebrand fórmula indy batida (Foto: agência Reuters) 
J. R. Hildebrand bate na última curva e perde a vitória nas 500 milhas de Indianápolis
Fonte: globoesporte.com/ Indianápolis, EUA

Formula 1: Massa quer punições a Hamilton: 'O que ele fez hoje foi inacreditável'.

- Brasileiro abandonou a corrida após ser tocado pelo inglês e bater no túnel.

Massa abandona GP de Mônaco (Foto: AP)

- Felipe Massa pediu à Federação Internacional de Automobilismo (FIA) para aplicar outras punições a Lewis Hamilton após o incidente entre os dois no GP de Mônaco. O inglês bateu no piloto da Ferrari na curva Loews na 34ª volta após tentar passar o rival com as rodas em cima das zebras. Isso danificou a asa dianteira do brasileiro, que tocou em Mark Webber naquele momento e acabou batendo no túnel na mesma volta.
O inglês recebeu um drive through pelo incidente, mas pôde continuar na corrida.
- Ele tentou me passar por cima da zebra, quando eu não pensava ser possível ultrapassar. Acho que ele foi agressivo demais. Então, entrei no túnel com meu carro danificado, entrei na parte suja e acertei o muro. O que ele fez hoje foi inacreditável. Não apenas comigo, mas com os outros também - reclama Massa.
Quando perguntado pela revista inglesa "Autosport" se Hamilton merecia mais punições, Massa pediu mais ações da Federação Internacional de Automobilismo (FIA).
- Sim. Acho que ele tem de ser penalizado novamente, se não ele não vai aprender. A FIA precisa pensar em fazer algo por ele.
Fonte: globoesporte.com/Mônaco

Formula 1: Vettel escapa de incidentes, domina e vence emocionante GP de Mônaco.

Alemão segurou pressão de Alonso e Button antes de interrupção causada por acidente de Alguersuari e Petrov. Barrichello é o nono e marca pontos.

- Nem parecia o GP de Mônaco. Com as novas regras e os pneus que se desgastam mais rápido, as corridas monótonas e sem ultrapassagens ficaram no passado. O que não mudou foi o vencedor da prova: Sebastian Vettel, da RBR, que chegou ao seu quinto triunfo em seis provas. Mas foi com emoção, já que ele foi pressionado por Fernando Alonso e Jenson Button durante quase toda a parte final da prova. O espanhol da Ferrari terminou na segundo posição, a pouco mais de um segundo do alemão, e o inglês da McLaren completou o pódio, em terceiro.
- Vettel, aliás, foi o piloto que mais se beneficiou da bandeira vermelha mostrada a apenas sete voltas do fim e que provocou a interrupção da prova. A decisão foi tomada após o acidente ennvolvendo vários carros nos S da Piscina e que deixou Jaime Alguersuari e Vitaly Petrov no guard rail. A ambulância teve de entrar na pista para socorrer o russo da Renault-Lotus, que foi levado ao hospital com dores na perna. Os comissários permitiram a troca de pneus na interrupção, o que beneficiou muito o alemão da RBR. Ele não foi ameaçado pelos rivais após o reinício.
Vettel comemora vitória no GP de Mônaco (Foto: AP) 
Vettel comemora vitória no GP de Mônaco tomando um banho de champanhe dos mecânico.
- Mark Webber chegou na quarta posição fazendo a volta mais rápida na 78ª e última da corrida. O australiano da RBR superou o japonês Kamui Kobayashi na freada para a Chicane do Porto. O piloto da Sauber ainda conseguiu uma excelente quinta posição. Lewis Hamilton, que recebeu uma punição por ter tocado em Felipe Massa no início da corrida, foi o sexto após jogar Pastor Maldonado no guard rail uma volta após a relargada. O inglês da McLaren foi investigado pelos comissários e recebeu um acréscimo de 20 segundos a seu tempo, mas não perdeu posições.
- Rubens Barrichello tinha uma tática diferente, de apenas uma parada, mas foi uma das vítimas do primeiro safety car da corrida, já que tinha feito seu único pit stop poucos momentos antes, e perdeu uma volta. Com todas as confusões da prova, ele acabou conseguindo subir para a nona posição e marcar os dois primeiros pontos seus e da Williams na temporada 2011 da Fórmula 1.
Felipe Massa, que tinha largado em sexto e estava disputando posições contra Webber e Hamilton, abandonou a prova na 32ª volta. O brasileiro da Ferrari, que tinha sofrido um toque do inglês da McLaren na curva Loews, bateu em seguida no túnel. Ele culpou o rival pelo acidente, graças ao entrevero entre ambos na curva mais lenta do campeonato.
Confira o resultado final do GP de Mônaco, em Monte Carlo (260,520 quilômetros):
1 - Sebastian Vettel (ALE/RBR-Renault) - 78 voltas em 2h09m38s373
2 - Fernando Alonso (ESP/Ferrari) - a 1s138
3 - Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes) - a 2s378
4 - Mark Webber (AUS/RBR-Renault) - a 23s100
5 - Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari) - a 26s900
6 - Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes) - a 47s200 (punido com 20 segundos)
7 - Adrian Sutil (ALE/Force India-Mercedes) - a 1 volta
8 - Nick Heidfeld (ALE/Renault-Lotus) - a 1 volta
9 - Rubens Barrichello (BRA/Williams-Cosworth) - a 1 volta10 - Sebastien Buemi (SUI/STR-Ferrari) - a 1 volta
11 - Nico Rosberg (ALE/Mercedes) - a 1 volta
12 - Paul di Resta (ESC/Force India-Mercedes) - a 2 voltas
13 - Jarno Trulli (ITA/Lotus-Renault) - a 2 voltas
14 - Heikki Kovalainen (FIN/Lotus-Renault) - a 2 voltas
15 - Jerome D'Ambrosio (BEL/MVR-Cosworth) - a 2 voltas
16 - Vitantonio Liuzzi (ITA/Hispania-Cosworth) - a 3 voltas
17 - Narain Karthikeyan (IND/Hispania-Cosworth) - a 3 voltas
18 - Pastor Maldonado (VEN/Williams-Cosworth) - a 5 voltas/acidente
Não completaram a prova:
Vitaly Petrov (RUS/Renault-Lotus) - a 11 voltas/acidente
Jaime Alguersuari (ESP/STR-Ferrari) - a 12 voltas/acidente
Felipe Massa (BRA/Ferrari) - a 46 voltas/acidenteMichael Schumacher (ALE/Mercedes) - a 46 voltas/motor
Timo Glock (ALE/MVR-Cosworth) - a 48 voltas/suspensão
Não largou:
Sergio Pérez (MEX/Sauber-Ferrari) - acidente no treino classificatório
Melhor volta: Mark Webber (AUS/RBR-Renault) - 1m16s234, na 78ª
Fonte: globoesporte.com/Mônaco

domingo, 29 de maio de 2011

Indianápolis: Fittipaldi leva jornalistas a 'passeio' a quase 230 km/h.

- Piloto é homenageado nos 100 anos das 500 milhas; prova é no domingo.

- Corpo 'gruda' no banco quando campeão acelera Camaro conversível.
Emerson Fittipaldi no carro madrinha das 500 Milhas de Indanápolis (Foto: Priscila Dal Poggetto/G1) 
Fittipaldi no carro madrinha das 500 Milhas de Indianápolis (Foto: Priscila Dal Poggetto/G1)
- Emerson Fittipaldi entrou no carro madrinha das 500 milhas de Indianápolis com dezenas de câmeras e máquinas fotográficas voltadas para ele. Bicampeão da competição automobilística, o brasileiro é um dos símbolos do centenário da corrida, comemorado neste domingo (29), assim como dos 100 anos da marca Chevrolet, criada pelo piloto Louis Chevrolet, que competia nas 500 milhas ao lado dos  irmãos Arthur e Gaston.
- Arthur participou da primeira prova em 1911 em um carro preparado por Louis. Gaston foi campeão em 1920. Fittipaldi foi o vencedor das edições de 1989 e 1993. Durante as festividades de comemoração dos dois centenários, o G1 pegou carona com Fittipaldi para conhecer o pace car da prova deste ano, o Camaro Convertible. O circuito, três voltas na pista oval de Indianápolis.
- Perto de Fittipaldi, o Camaro virou coadjuvante. Sob aplausos, o brasileiro colocou o carro a postos para mostrar sua habilidade a fãs e jornalistas. Embora as manobras audaciosas tenham sido o ponto mais emocionante da "brincadeira", o carinho do público norte-americano com o piloto impressiona a ponto de emocionar qualquer um.
Repórter do G1 pegou carona no Camaro dirigido por Fittipaldi (Foto: Priscila Dal Poggetto/G1) 
Repórter do G1 pegou carona no Camaro dirigido por Fittipaldi (Foto: Priscila Dal Poggetto/G1)
- Ao entrar no carro, a reportagem do G1 é recebida por Fittipaldi com um sorriso e o conselho de segurar firme. Mas ele nem precisava ter advertido os passageiros. Na primeira acelerada, o motor V8 de 460 cavalos do pace car deixa o corpo grudado no banco. "Faz muito barulho" foi a primeira frase dita pelo piloto, que tentava falar mais alto do que o som do vento no conversível a quase 230 km/h.
- O piloto ressaltou os desafios da pista oval de Indianápolis, que incluem a alta velocidade e as decisivas retomadas. Características bem observadas pelo G1, mesmo "a passeio" no pace car. Enquanto passageiros se seguram no banco e tentam apreciar a pista, Fittipaldi pisa fundo no acelerador, sem dó do carro. Para ele, a máquina parece ser a extensão de seu corpo. O brasileiro se diverte na pista, dançando de um lado para o outro. Algumas vezes, com apenas uma mão no volante, já que com a outra gesticulava empolgado ao falar sobre as 500 milhas.
Camaro Convertible é o carro madrinha da prova neste domingo (29) (Foto: Priscila Dal Poggetto/G1)Camaro Convertible é o carro madrinha da prova neste domingo (29) (Foto: Priscila Dal Poggetto/G1)
- Para quem está ao lado, o balé dá frio na barriga, especialmente quando o carro passa rente ao gramado à esquerda ou, ainda pior, ao muro que delimita o circuito à direita. "O que este homem está fazendo?" é uma pergunta recorrente na mente do carona a cada manobra. Mas o alívio também é constante, basta olhar para o lado. Afinal, o motorista da vez é o bicampeão, que adora acelerar e acabar com qualquer pneu. Em poucas voltas que fez, foi preciso encostar o carro madrinha da prova por causa dos pneus gastos.
- O vento levou muitas das explicações do experiente piloto – o barulho era tanto que não dava para ouvir muita coisa –, mas o frio na barriga das curvas de Indianápolis já bastam para entender o que Fittipaldi, os irmãos Chevrolet, a brasileira Bia Figueiredo ou qualquer outro piloto sentem ao ver a bandeirada e largar rumo às 500 milhas – ou aos 805 quilômetros.
Traseira do Camaro Convertible (Foto: Priscila Dal Poggetto/G1)Traseira do Camaro Convertible (Foto: Priscila Dal Poggetto/G1)
História das 500 milhas de Indianapolis
- A corrida inaugural da chamada Indianapolis 500 aconteceu no dia 30 de maio de 1911. Mais de 85 mil pessoas foram assistir à prova, que durou seis horas e 42 minutos e acabou com a vitória de Ray Harroun. O piloto ajudou a desenhar o carro, que tinha como avanço tecnológico o primeiro espelho retrovisor. Ao longo dos anos, o circuito ganhou reconhecimento e chegou a fazer parte do Grande Prêmio de Fórmula 1, entre 1950 e 1960.
- Atualmente, o autódromo da cidade, o Indianapolis Motors Speedway, tem capacidade para abrigar cerca de 350 mil pessoas. O estádio do Maracanã, por exemplo, pode receber até 80 mil. Uma vez por ano, sempre em maio, a típica cidade interiorana dos Estados Unidos se transforma para receber os fãs da corrida. A mudança começa na porta das casas, com enormes bandeiras de boas-vindas ou "welcome".
Fonte: G1/ Priscila Dal Poggetto-Indianápolis (EUA) - (a jornalista viajou a convite da General Motors do Brasil)

Alemanha realiza competição por economia de combustível.

- Carros exóticos disputam título. Evento reúne cerca de 200 equipes de 26 países.

- A Alemanha recebe a partir desta quinta-feira (26) uma disputa pela eficiência de consumo entre cerca de 200 protótipos de 26 países. A competição é organizada pela Shell, com veículos que rodam com gasolina ou combustíveis alternativos, além de elétricos e movidos a energia solar. Para que sejam leves, rápidos e econômicos, os carrinhos esbanjam design diferenciado.
O evento acontece na cidade de Klettwitz. Veja fotos.
competição shell combustível carros (Foto: John MacDougall/AFP)Equipe Microjoule La Joliverie, da França (Foto: John MacDougall/AFP)
competição shell combustível carros (Foto: John MacDougall/AFP) 
Carro da Lycee Technique des Arts et Metiers, de Luxemburgo (Foto: John MacDougall/AFP)
competição shell combustível carros Tongerlo Gertrudiscollege (Netherlands) (Foto: John MacDougall/AFP)Equipe Tongerlo Gertrudiscollege, da Holanda (Foto: John MacDougall/AFP)
competição shell combustível carros Lycée Saint Joseph (France)  (Foto: John MacDougall/AFP) 
Outro representante francês, do Lycée Saint Joseph (Foto: John MacDougall/AFP)
competição shell combustível carros Philipp-Matthaeus-Hahn-Schule (Germany)  (Foto: John MacDougall/AFP) 
O elétrico da alemã Philipp-Matthaeus-Hahn-Schule (Foto: John MacDougall/AFP)
competição shell combustível carros Ecole des Mines d'Ales (France) (Foto: John MacDougall/AFP)Também elétrico é o carro da Ecole des Mines d'Ales, da França (Foto: John MacDougall/AFP
saiba mais
Fonte: G 1/informações da France Presse

Kia lançará edição do Soul em 'homenagem' a hamsters.

- Hamstar faz alusão à comercial com animais que faz sucesso desde 2009.

- Para a edição nos EUA, montadora apostou no sistema de som do carro.

- A Kia vai lançar nos Estados Unidos uma edição especial do crossover Soul chamada Hamstar, em alusão aos hamsters que estrelam os comerciais do modelo na TV desde 2009. Na premiada propaganda inaugural, chamada "A New Way to Roll" (uma nova maneira de rodar), uma animação mostrava os animais dirigindo o carro, enquanto hamsters 'comuns' giravam aquelas rodas de laboratório. A ideia da agência de propaganda era mostrar o Soul como alternativa à mesmice. 
kia soul hamstar (Foto: Divulgação) 
Kia Soul Hamstar; no detalhe, cena de comercial com hamsters (Foto: Divulgação)
- A edição especial, em vermelho e preto, custará US$ 20.295 (o equivalente a R$ 32.776, na cotação da última quinta), mais taxa de entrega. O Soul tradicional parte de US$ 13.300 (R$ 21.479), segundo o site da montadora nos EUA.
- Uma estrela com o logo Hamstar está impressa na traseira do carro e também no interior. A marca já é utilizada em roupas e acessórios de vestuário que a Kia vende em seu site norte-americano.
- Esse Soul conta ainda com um sistema especial de som, já que a música é outro destaque da série de comerciais. No primeiro, a trilha sonora mudava a cada exibição. Com a boa aceitação do público, a Kia continuou investindo nos hamsters, que apareceram em novas peças como rappers e passaram a ser chamados de Hamstars.
Fonte: Auto Esporte

Porsche comemora dez anos na China com série especial. Serão produzidas somente dez unidades.

Série ‘10 Year Anniversary Edition’ é baseada no 911 Turbo S.

- Para comemorar a presença de dez anos no mercado chinês, a Porsche apresentou nesta sexta-feira (27) a série especial ‘10 Year Anniversary Edition’, limitada a somente dez unidades. O preço da exclusividade, no entanto, ainda não foi divulgado pela marca alemã.
porsche (Foto: Divulgação)Modelo é paseado no 911 Turbo S (Foto: Divulgação)
- O modelo é baseado no 911 Turbo S. Sob o capô funciona um motor 3.8 de seis cilindros biturbo que entrega 530 cavalos de potência e 71,4 mkgf de torque. Em termos de desempenho, o superesportivo atinge a velocidade máxima de 315 km/h e vai de 0 a 100 km/h em 315 segundos. A transmissão é PDK de dupla embreagem.
- Por fora destaque para a pintura dourada do ‘bólido’, que contrasta com o capô fosco. As rodas de liga leve de 19 polegadas trazem o estilo retro. Por dentro, os bancos esportivos são revestidos com couro do tipo Alcântara. Uma placa de identificação garante a exclusividade da série.
Fonte: AutoEsporte.com

sábado, 28 de maio de 2011

Confederação Brasileira de Motociclismo – Na contra mão do mercado: Da lama ao caos.

 Em fevereiro do ano passado, a Y.Sports veio a público e noticiou os indícios de que a corrupção estava reinando na CBM, entidade que deveria reger com seriedade o motociclismo  brasileiro. Passado pouco mais de um ano, segundo a Y.Sports, o portal Redação Esportiva publicou uma reportagem jornalística dissecando a delicada situação da entidade e colocando à tona denúncias graves de corrupção, após o afastamento do presidente da entidade.
 
Hoje, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) publicou um estudo mostrando que em dez anos a frota de motos deve superar a de carros no país. Mesmo com o avanço da indústria e da economia, no esporte as ações louváveis que vemos são da iniciativa privada. Ainda não temos um campeão mundial, ainda não temos pistas eficazes suficientes; sequer, a sexta maior economia do mundo possui um Circuito (autódromo) próprio para corridas de motovelocidade. Motivo pelo qual o mundial de Moto GP não está no Brasil. 
 Lamentamos e não compreendemos porque as federações que deveriam fiscalizar a gestão da entidade tenham deixado pra última hora, num ano eleitoral, para promoverem a limpeza na entidade que agora se encontra quebrada e sucateada.
 Ressaltamos o nosso compromisso com a transparência e com a verdade. Esperamos que fatos históricos como estes sirvam de aprendizado e que as entidades esportivas do Brasil se moralizem e cumpram o seu real objetivo. Dirigentes não podem e não devem se esquecer do inciso XII do artigo segundo da Lei Pelé (que rege o desporto brasileiro – confira aqui) que dita como princípio base a eficiência, obtido por meio do estímulo à competência desportiva e administrativa.
Fonte: Matéria enviada pela Y.Sports

Red Bull X Fighters – Como estão os preparativos em Brasília!

O espaço aéreo brasiliense vai ficar congestionado…
Fala turba, meu computador apresentou um problema inesperado, deve ser a umidade embixo da Ponte da Amizade, rimou, hehe. Vai daí que estou na portaria do hotel na base do cartaozinho, 12 pratas por meia hora de web, coisas de Brasíla… Mas vamos em frente.
Nate Adams em ação. Ele domina VINTE variações do Backflip!
Ontem fiz uma entrevista mto boa com o Nate Adams, bicampeão do Fighters, que falou sobre a carreira, o primeiro Backflip (ele caiu, hehe) e a vontade de chegar ao topo do pódio no Brasil, depois de ter sido campeão ano passado sem uma vitória sequer, na base da consistência. Ele disse que domina de 15 a 20 variações do flip, é mole?
Derek Burlew, Joaninha e Gian na Copa Brasil. Essa camisa tá lá em casa, hehe…
Conversei tb com os irmãos Bergamini, Gian acabou de fazer seus primeiros giros, ele sempre tem coisas interessantes a dizer. falou que é diíficl vencer o bloqueio do motocross, instinto de autopreservação que evita que a moto embique demais (capota de frente) ou suba demais (capote para trás), dois movimentos que fazem parte da sequência do Backflip. Para Paô Bergamini Nate Adams vaoi levar vantagem com a 450 de 4 tempos, pois o espaço para embalar é pequeno e os saltos são enormes, 5 rampas de ferro (uma Kicker, a que joga pra cima com tudo) e muitas possbilidades em rampas de terra.
Esse comp não aceita meu pen drive, mas o local é esse, com uma superpista, uhú animal!
O lugar está incrível, no meio do gramado da Esplanada dos Mnsitérios, ao fundo o Congresso Nacional, nunca teve tanto bom piloto no Plano Piloto, Lúcio Costa e Niemeyer devem estar orgulhosos, hehe.
Jeff Campacci escada abaixo na Rodoviária. Maneiraaaço!
E para fechar (o tempo do cartão escoa rápido), atacamos a Rodoviária de Brasília junto com o aloprado Jeff Campacci e sua Yamaha YZ 250. Jeff acba de dominar o flip e é um dos 4 brasileiros que vai brigar por uma vaga nas classificatórias de amanhã. Bicho, foi hilário, paramos a Rodovária, o maluco desceu escada abaixo, fez zerinhos (piões, para os cariocas)rodou pelos ônibus e até fingiu que ia dirigir um deles, para desespero dos passageiros.
Todos acharam graça mas ninguém quis entrar no ônibus, hehe…
 A população curtiu muito, entrevistei muita gente, foi o maior alto astral, até os polícias entraram no clima e fingiram levar em cana o bem humorado piloto.
Muito menos andar na garupa do indivíduo, hehehe…
O tempo vai acabar e quero por umas imagens, logo mais tento um comp emprestaado para não ser esfolado aqui, coisas de BSB, hehehe.
Abrax!
Fonte: Mundomoto/Fausto Macieira

Toni Bou detona com sua moto de trial no Camp Nou, a casa do Barcelona!

Sente o Bou no corrimão do Camp Nou… 
Que o espanhol Toni Bou é o mago do trial moderno todo mundo já sabia.
Na arquiba…
E para demonstrar seu amor pelo clube, ele deu um giro incrível pelo estádio, mandando centas manobras sobre duas-rodas-e-um-motor. É
Saindo sem pagar. Reparem o grau de precisão e periculosidade da manobra…
 ver para crer!
Toni Bou é o cara!
Fonte:Mundomoto

Mundial de Rally - Vicente De Benedictis inicia disputa do Rally da Sardenha.

Piloto brasileiro está pronto para acelerar na primeira etapa, neste sábado, com 350 quilômetros de percurso entre Porto Cervo e Alghero, na Itália.
Porto Cervo (Itália) – Primeiro piloto brasileiro no Rally da Sardenha, na Itália, Vicente De Benedictis está pronto para a largada deste sábado em Porto Cervo. A prova é válida como terceira etapa do Campeonato Mundial de Rally Cross Country e neste primeiro dia de disputas tem como destino Alghero, num total de 350 quilômetros de percurso – 131 deles de trechos cronometrados. O piloto encara o desafio a bordo de uma motocicleta Beta 450RR.

O prólogo noturno, programado para a noite desta sexta-feira, foi cancelado. Assim, De Benedictis aproveitou o tempo para fazer os últimos ajustes ao lado da Beta Dirt Star Racing e do companheiro de equipe Cyril Neveu, cinco vezes campeão do Rally Dakar. “Está tudo vistoriado, fomos no briefing e agora tem o evento de lançamento da prova. A largada será em ordem numérica decrescente, e eu sou o número 50”, explicou o brasileiro.
O Rally da Sardenha tem o total de 75 pilotos inscritos, entre eles competidores renomados como Marc Coma, da Espanha, Cyril Despres e Stéphane Peterhansel, da França, e o português Helder Rodrigues, que atualmente está na liderança do Mundial de Rally Cross Country. De Benedictis está ansioso para os primeiros quilômetros e espera que a adaptação com a moto seja rápida. “Andei um pouco com a motocicleta, que é mais estreita quando comparada com os nossos modelos de rali. Isso ajuda bastante em terrenos travados, o que é característica do Rally da Sardenha”, concluiu De Benedictis.
Rally da Sardenha 2011
Total do percurso: 1690 km
Total de trechos cronometrados: 758 km
Programação 
Sábado – 28/5 – 1ª Etapa
Porto Cervo - Alghero: Total de 350 km
Especial SS1: 86 km
Especial SS2: 45 km
Total de trechos cronometrados: 131 km
Domingo – 29/5 – 2ª Etapa - MARATONA (sem apoio mecânico)
Alghero – Fonni / Gavoi: 300 km
Especial SS3: 70 km
Especial SS4: 74 km
Total de trechos cronometrados: 144 km
Segunda-feira – 30/5 – 3ª Etapa
Fonni/Gavoi – Arbatax: 370 km

Especial SS5: 206 km
Terça-feira – 31/5 – 4ª Etapa
Arbatax – Marina di Orosei: 390 km
Especial SS6: 81 km
Especial SS7: 45 km
Total de trechos cronometrados: 126 km
Quarta-feira – 1/6 – 5ª Etapa
Marina di Orosei – San Teodoro: 280 km
Especial SS8: 151 km
- Vicente De Benedictis é patrocinado por BR Motorsports - LS2, SIG Combibloc, Shefa, Reebok Sports Club, Brasil Dakar e Pro Tork.
Fonte: MundoPress

Brasileiro de Motocross Júnior: Boa Esperança/PR recebe a 2ª etapa.

Prova acontece no fim de semana (28 e 29/05), junto a 3ª etapa do Campeonato Paranaense
A cidade de Boa Esperança, localizada no noroeste do Paraná, será o palco da 2ª etapa do Campeonato Brasileiro de Motocross Júnior. A prova, válida também pela 3ª etapa do Campeonato Paranaense de Motocross, acontece neste fim de semana, 28 e 29 de maio. As categorias em disputa pelo Brasileiro Júnior s;ao: MXJr, MXF (feminina), 50ccA e 50ccB.
A pista de Boa Esperança é uma das mais tradicionais do estado, recebendo etapas da competição há mais de dez anos. A expectativa de público e pilotos é grande.
- Esse é um grande diferencial de Boa Esperança. A cidade tem cerca de dez mil habitantes, mas há dez anos sempre colocamos entre 20 e 25 mil pessoas nas arquibancadas – declarou Gilberto Rosa, presidente da Federação Paranaense de Motociclismo. – Será nosso 12º ano consecutivo em Boa Esperança. É uma pista grande, de média alta, com área pavimentada de box, água, luz, enfim, uma estrutura muito boa. Tudo que os pilotos e suas equipes precisam nós temos lá – completou.
Na primeira etapa do Brasileiro de Motocross Júnior, os vencedores foram João Pedro Ribeiro (MXJr.), Brunna Bartz (MXF), Gabriel Andrigo (50ccA) e Carlos Eduardo de Souza (50ccB). As inscrições com desconto seguem até esta sexta-feira, dia 27/05, às 12h, e podem ser feitas através do site da Federação Paranaense (www.fprm.com.br).
A 3ª etapa do Campeonato Paranaense e a 2ª etapa do Campeonato Brasileiro de Motocross Júnior tem a supervisão da Federação Paranaense de Motociclismo e da Confederação Brasileira de Motociclismo, com o apoio da Prefeitura Municipal de Boa Esperança e de Jarva Racing. Patrocinio oficial da Pro Tork, a maior fabrica de moto peças da America Latina e de Mobil Super Moto, recomendado por quem entende de motos.
Confira a classificação do Brasileiro de Motocross Júnior:
MXJR.
1º – JOAO PEDRO RIBEIRO – 26  pontos
2º – FRANCISCO DE ARAUJO NETO – 22
3º – CRISTIANO RASIA – 20
4º – GUSTAVO HENN – 18
5º – NORTHON CARVALHO – 16
MXF
1º – BRUNNA BARTZ – 26 pontos
2º – JENNIFER PEREIRA – 22
3º – MAIARA BASSO – 20
4º – JANAINA TODESCHINI – 18
5º – FERNANDA KUBASKI – 16
50ccA
1º – GABRIEL ANDRIGO – 25 pontos
2º – BRUNO DA CRUZ – 22
3º – GARMICHAEL GIEHL – 20
50ccB
1º – CARLOS EDUARDO PEREIRA – 25 pontos
2º – MATHEUS FAVERO – 23
3º – PEDRO AUGUSTO MORAES – 20
4º – BERNARDO PICCOLI – 18
5º – BRUNO SCHMITZ – 16
Fonte: Motoesporte.

GP Gaúcho de Motovelocidade: Aquece os motores para a segunda etapa.

Com entrada gratuita neste final de semana em Santa Cruz do Sul, evento inclui disputas entre motocicletas de 125 a 1000 cilindradas
O GP Gaúcho de Motovelocidade aquece os motores para as disputas deste final de semana no autódromo de Santa Cruz do Sul. As corridas serão válidas pela segunda etapa da competição e pela Copa Mercosul APSBK de Superbike, incluindo motocicletas de 125 a 1000 cilindradas. A entrada para as arquibancadas é gratuita, sendo que as credenciais para a área de box custam 10 reais cada uma na loja Valecross Honda da cidade.
Na primeira etapa, realizada na pista de Tarumã, em Viamão, saíram na frente na briga pelos títulos os pilotos Anderson Mocelin (Superbike Light), Thiago Montardo (125cc), Maximiliano Gerardo (250cc), Marciano Santin (300cc), Lisandro Soares (600 Supersport) e Joniran Saling (1000cc Turismo), além dos uruguaios Miguel Carbajal (Superbike) e Bruno Madera (600 SS).
O catarinense Mocelin quer manter a hegemonia na Superbike Light. “Estamos acertando a moto para a pista de Santa Cruz do Sul, já que cada circuito exige uma preparação diferente. Estou bem psicologicamente e espero cumprir as nossas estratégias para ganhar”, comentou. Já o gaúcho Eron Maia Júnior estreou em segundo lugar na classe 125 cilindradas e quer mudar o retrospecto. “Um piloto errou bem na minha frente e acabou me atrapalhando. Espero ter mais sorte desta vez, pois tenho me preparado bastante”, explicou o piloto.
Entre as Superbikes, a novidade será o retorno do campeão gaúcho Rodrigo Schirmann, que esteve afastado das provas por problemas de saúde. “Estou voltando sem muitas pretensões, já que perdi a primeira etapa e não estou no mesmo ritmo de antes. O objetivo é completar bem a prova. A iniciativa do GP Gaúcho é muito importante, pois incentiva o pessoal a competir em lugares apropriados”, concluiu. Schirmann terá em Santa Cruz o apoio dos seus dois irmãos, Guilherme e Vinícius, que também são pilotos de motovelocidade.
Programação – 28 de maio (sábado)
Das 8h40 às 9h10 – Treino livre 125cc, 250cc / 300cc e Old Challenge
Das 9h15 às 9h45 – Treino livre SBK e SBK Light
Das 9h50 às 10h20 – Treino livre Fórmula Turismo, 600cc, Inter Escolas e 750cc
Das 10h25 às 10h45 – Treino livre 125cc, 250cc / 300cc e Old Challenge
Das 10h50 às 11h20 – Treino livre SBK e SBK Light
Das 11h25 às 11h55 – Treino livre Fórmula Turismo, 600cc, Inter Escolas e 750cc
Das 12h às 12h40 – Reunião com os pilotos – breefing obrigatório
Das 12h45 às 13h – Treino cronometrado SBK e SBK Light
Das 13h05 às 13h20 – Treino cronometrado Fórmula Turismo, 600cc, Inter Escolas e 750cc
Das 13h25 às 13h45 – Escola de pilotagem Rad Racing
14h – Prova SBK, SBK Light e Copa APSBK MERCOSUL – 15 Voltas – Bateria 1
14h50 – Prova Inter Escolas e 750cc Copa APSBK MERCOSUL – 13 Voltas – Bateria 1
Das 15h40 às 15h55 – Treino cronometrado 125cc
Das 16h às 16h15 – Treino cronometrado 250cc / 300cc
Das 16h20 às 16h35 – Treino cronometrado Old Challenge
Das 16h40 às 17h30 – Escola de pilotagem Rad Racing
*Programação – 29 de maio (domingo)
Das 9h às 9h15 – Warm up 125cc
Das 9h25 às 9h40 – Warm up 250 cc / 300cc
Das 9h50 às 10h05 – Warm up SBK e SBK Light
Das 10h15 às 10h30 – Warm up Fórmula Turismo, 600cc, Inter Escolas e 750cc
Das 10h40 às 10h55 – Warm up Old Challenge
11h – Reunião com os Pilotos – Breefing obrigatório
12h – Prova 125cc – 13 voltas
12h50 – Prova 250cc / 300cc – 15 voltas
13h40 – Prova SBK, SBK Light e Copa APSBK MERCOSUL – 15 voltas
14h10 – Intervalo com apresentação dos pilotos
14h50 – Prova Fórmula Turismo, 600cc, Inter Escolas e 750cc Copa APSBK MERCOSUL – 13 voltas
15h40 – Prova Old Challenge – 10 voltas
* O pódio será realizado ao final de cada bateria.
Com organização da Encontros do Sul e supervisão da AGEM e Linea, o GP Gaúcho de Motovelocidade tem o patrocínio da Impacto Motos, Servitec e Pirelli. O evento conta com o apoio de Speed Channel, Valecross / Honda, Remi Moto Peças, Chacal Fotografias e Scapini.
Fonte: Motoesporte/Crédito:Chacal Fotografias

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