domingo, 31 de julho de 2011

Moto: Orphiro é classicamente elétrica.

- As últimas propostas apresentadas no campo das motos elétricas entram em terrenos muito distintos, como a moto de todo-o-terreno da KTM e a scooter de maiores proporções da BMW.
Orphiro é classicamente elétrica
- A Orphiro é mais uma solução no campo das motos elétricas, sem perder a simplicidade das motos clássicas
- Desta feita, a proposta é um pouco menos convencional e entra quase numa situação de antítese. A Orphiro é mais uma moto de motorização elétrica, mas com uma estética muito simples, que tende para uma imagem revivalista. Quase clássica, não fosse o fato de a tecnologia de motorização elétrica ser uma tendência totalmente atual.
- A Orphiro é uma jovem empresa holandesa que procura oferecer um produto de tecnologia moderna com um prazer de utilização sustentável. Este modelo elétrico combina todos os ideais no que diz respeito a uma moto totalmente elétrica; Ou seja, uma carga rápida, acelerações impressionantes, boa velocidade de cruzeiro e uma autonomia que permite enfrentar tranquilamente nos normais deslocamentos quotidianos.
Fonte: AutoMotor-Portugal/MotorDream

Tiguan da ABT é crossover com atitude .

- A empresa de tuning alemã ABT não perdeu tempo e resolveu produzir o "seu" Volkswagen Tiguan. Trata-se da nova geração do SUV médio, que é muito popular na Europa. A reforma foi profunda na mais recente sensação da família Volkswagen.
Tiguan da ABT é crossover com atitude
O famoso tuneiro alemão ABT oferece um kit muito equilibrado e elegante para o novo Volkswagen Tiguan  
- A ABT é uma famosa fábrica de kits de sintonia automotiva dedicada ao desenvolvimento de estética, mecânica e orientada para o desenvolvimento de qualquer modelo de Volkswagen. Foi uma intervenção oportuna sobre o novo Tiguan, que surpreende nos detalhes.
- O kit proposto para o Volkswagen Tiguan da nova geração é caracterizado pela elegância e qualidade da produção. Dificilmente um conjunto de pára-choques e saias laterais aftermarket pode ser integrado com tal precisão às linhas do carro que está sendo processado. O crossover pode ter nas estradas alemãs um desempenho ainda mais esportivo, graças às belas rodas vinte polegadas de liga leve, caracterizadas pela coloração dupla e pelo belíssimo design de 10 raios.
- Além de mudanças cosméticas, ABT também fornece alguma evolução mecânica. Graças a um kit de suspensão e molas especiais, a Volkswagen Tiguan será reduzido vários centímetros. Sob o capô, se nota um aumento generalizado no poder, devido ao ajuste intervenções de chip. desenvolvimento a partir do 2.0 TDI ABT 170 e 195 cavalos de potência - um aumento respectivamente de 20 e 25 "potros" em comparação com os motores standard. Já o topo de gama 2.0 TSI da ABT pode vir a atingir mais de 250 cavalos.
Fonte: Infomotori.com-Itália/MotorDream

Minibaja: MinibajaCompetição Baja SAE Brasil – Etapa Sudeste Fiat.

- Aprendendo com os erros Para etapa Sudeste, que será em Sarzedo, neste fim de semana, estudantes mineiros buscam corrigir falhas cometidas na competição nacional e aprimorar carros para 2012.
Estudantes do Cefet usam baja construído para etapa nacional, em março (Tulio Santos/EM/D.A PRESS)
Estudantes do Cefet usam baja construído para etapa nacional, em março
- Mais uma vez a Região Metropolitana de Belo Horizonte recebe o evento regional da Competição Baja SAE Brasil – Etapa Sudeste Fiat, que será realizado sábado e domingo, no campo de provas da CNH, no Distrito Industrial de Sarzedo. O campeonato, organizado pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade (SAE), reúne estudantes de engenharia, que aprendem a construir um veículo fora de estrada, o minibaja, passando por todas as etapas de produção, que incluem a elaboração do projeto e até a corrida por patrocinadores. A competição ocorre em três níveis: regional (etapas Sudeste, Sul e Nordeste), nacional, sempre no início do ano, e internacional, da qual participam os três primeiros colocados na etapa nacional, representando o Brasil nos Estados Unidos. De maneira geral, as provas consistem em apresentação dos projetos, testes de segurança e dinâmicos nos veículos e um enduro de resistência.
- Na etapa Sudeste deste ano estão inscritas 23 instituições de ensino de Minas, São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo, além do Distrito Federal, já que não há uma etapa Centro-Oeste. As competições regionais, que facilitam a participação de um maior número de faculdades locais, pela própria proximidade geográfica, costumam ser teste para o evento nacional do ano seguinte. É a oportunidade de corrigir erros cometidos no projeto anterior ou aprimorar os acertos e, muitas vezes, de possibilitar aos iniciantes uma forma de contato mais próximo com as equipes veteranas.
UFMG Seis universidades representam os donos da casa. A equipe Baja UFMG, da Universidade Federal de Minas Gerais, aproveitou somente a base do carrinho que competiu no evento nacional, em março, e caprichou no novo baja. “Nosso objetivo foi melhorar o desempenho em curvas, reduzindo a massa do veículo para melhorar a dinâmica lateral”, afirma o capitão da equipe, Rafael Couto de Castro Alves. “Na competição nacional, na qual ficamos em oitavo lugar, fomos muito bem no relatório e na apresentação do projeto, mas nas provas dinâmicas e no enduro sentimos que as dimensões estavam exageradas”, continua. A bitola foi então reduzida em 120mm e a distância entre-eixos em 70mm, resultando em menor comprimento e largura. A massa total também foi reduzida de 8% a 10%.
Alunos da UFMG reduziram massa e dimensões do veículo para prova regional (Maria Tereza Correia/EM/D.A PRESS)
Alunos da UFMG reduziram massa e dimensões do veículo para prova regional
CEFET Apesar de ter ficado em sexto lugar no evento nacional, faltou apenas 0,18 ponto para a equipe Cefast, do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (Cefet), estar entre as três melhores do Brasil. “Vamos repassar o conhecimento para os estudantes novatos do grupo com o objetivo de capacitá-los para o nacional de 2012”, enfatiza o presidente da equipe, Felipe Santos Eufrásio.
UNA Estreante (o grupo participou da competição nacional apenas com a apresentação do relatório), a equipe Una Baja, do Centro Universitário Una, tem os pés (ou as rodas) no chão. “Nosso carro é básico. Estamos seguindo as normas e nosso objetivo é participar de todas as etapas da competição e conseguir terminar o enduro”, explica o capitão André Luís Porto Pinto Coelho. “Ter ido à competição nacional para conhecer foi ótimo e constatamos que é preciso priorizar a suspensão, pois é a primeira que vai embora no momento do enduro”, reforça.
Estreante, equipe da Una fez carro básico (André Luiz Coelho/Divulgação)
Estreante, equipe da Una fez carro básico
ITAJUBÁ A ergonomia do baja foi a prioridade da equipe Saci, da Universidade Federal de Itajubá, que este ano deixou de participar do nacional por não ter terminado um veículo novo a tempo, o que não é incomum na prova. “Notamos que o carro estava muito apertado para o piloto e melhoramos o conforto”, diz o capitão Leonardo Milagres Severo. A equipe usa material reciclado, como os das caixas de leite e suco, para o isolamento de alguns componentes eletrônicos. “Há componentes que precisam ficar isolados para não molhar durante o enduro e não sofrem esforço, então podemos usar esse material sem comprometer a integridade do sistema”, completa Leonardo.
 VIÇOSA A equipe UFVBaja, da Universidade Federal de Viçosa, estreou no regional do ano passado. E no nacional deste ano os estudantes aproveitaram para observar as outras equipes. Assim como o pessoal da Una, o objetivo é cumprir as provas para aprimorar o veículo nas próximas competições. Atenção especial foi dada aos sistemas de suspensão e direção. A equipe planta árvores para compensar o carbono jogado na atmosfera. “Fizemos uma parceria com a empresa Lar Verde Lar, que fez o cálculo do quanto de carbono a equipe consumiu. Colocaram tudo, até o diesel gasto por um caminhão que foi buscar tubos de aço que usamos”, conta o capitão Sérgio Henrique de Moura Assis.
SÃO JOÃO DEL-REI Depois de conquistar o 15º lugar na competição nacional, a equipe Komiketo Baja UFSJ, da Universidade Federal de São João del-Rei, fez grandes mudanças no baja para a etapa regional. “Mexemos no sistema de direção, pois, no enduro do nacional, uma peça quebrou por fadiga”, afirma o capitão Tiago Carvalho Nascimento. Outra inovação foi no fire wall (parede que protege o piloto em caso de incêndio). “Seguimos a tendência das grandes equipes, que é de usar essa parede cortada, sem perder na proteção, pois ela inteira aumenta a pressão do ar e faz diminuir a velocidade. Cortada mais ou menos pela metade, melhora a aerodinâmica”, diz. A equipe ainda comprou motor novo, que é padrão, e mudou o visual, que ficou mais colorido.  
Fonte:  Paula Carolina-Estado de Minas/vrum.com.br

Nascar: Pietro Fittipaldi, neto de Emerson, venceu a corrida da Late Model, divisão da Whelen All American Series, no último domingo.

Tem apenas 15 anos, 1,52 metro, 45 kg e sobrenome famoso o primeiro brasileiro a cravar uma pole e a vencer uma prova numa categoria da Nascar, a Stock Car americana. Pietro Fittipaldi, neto de Emerson, venceu a corrida da Late Model, divisão da Whelen All American Series, no último domingo, e não quer parar por aí: o mais novo talento do clã Fittipaldi já sonha com o título deste ano.
- Muito legal fazer a pole e vencer. Sei que tenho um bom carro e que posso ganhar o campeonato - afirmou Pietro, piloto número 90, que está em terceiro na classificação, a apenas 14 pontos do líder Tyler Church, faltando nove etapas para o fim da temporada.
Para quem sonha em ver mais um Fittipaldi na Fórmula 1, pode esquecer. Pietro curte, sim, a categoria onde o avô sagrou-se bicampeão e por onde também passaram o tio-avô Wilson e o primo Christian. Mas foi acompanhando o ‘tio’ Massimiliano Papis pelos ovais americanos, que Pietro teve a certeza do que queria. O italiano, chamado de Mad Max, é casado com Tatiana Fittipaldi, filha de Emerson, e um dos pilotos mais carismáticos da Nascar.
Pietro Fittipaldi  (Foto: Divulgação) 
Pietro posa com o troféu da vitória inédita, ao lado do carro número 90 (Foto: Divulgação)
- Gosto de pilotar num oval lado a lado com outros carros. Além disso, a Nascar é mais competitiva, com mais equipes brigando por vitórias e pelo campeonato do que na Fórmula 1 - analisa.
E a sequência da carreira já está bem pensada: em no máximo três anos, Pietro quer chegar à Truck Series ou à Nationwide Series para, em até cinco anos, sentar num cockpit da Sprint Cup, a principal categoria da Nascar. Mas ele é exigente: nada de equipe ruim.
- Quero chegar à Cup até os 20 anos e correr por uma equipe boa, para brigar por vitórias.
O primeiro kart aos cinco anos
Pietro Fittipaldi  (Foto: Divulgação) 
No lugar do tradicional champagne, banho de água mesmo para comemorar (Foto: Divulgação)
Pietro nasceu em Miami, é filho de Carlos da Cruz e Juliana Fittipaldi, filha de Emerson. Hoje, a família mora na Carolina do Norte para o jovem piloto ficar mais perto da equipe e da pista onde disputa as 24 etapas do campeonato, no Hickory Motor Speedway, em Charlotte. A paixão pelo automobilismo vem, claro, de berço, mas foi aos cinco anos, quando ganhou um kart, que tudo começou efetivamente.
- Ninguém na família me forçou a correr, não tem pressão em casa. Eu que pedi o kart de presente - faz questão de frisar.

A voz de Pietro ainda é juvenil, mas as palavras são firmes e educadas, de quem sabe o que está falando. Hoje, ele acelera de igual para igual com pilotos muito mais velhos. Tiveram até que adaptar pedais e volante, e fazer um banco especial para ele.
- Correr com os mais velhos de 40, 50 anos, que pilotam há 15, 20 anos, é bom para eu ganhar experiência. Se eles ficam bravos de perder para um piloto muito mais novo? Não sei, acho que sim (risos) - finalizou, com a franqueza dos jovens.
Fonte: Alfredo Bokel/globoesporte.com

sábado, 30 de julho de 2011

Moto: Preparador tailandês constrói uma indescritível “Moto-Alien”…

Esta moto, por assim dizer,  notável, parece que saiu direto de um set de filmagem, mas ela roda pelas ruas da Tailândia. O aloprado preparador  Roongrojna Sangwongprisarn, de 54 anos, criou a partir de peças de reposição em sua oficina em Bangkok na Tailândia, usando ​​materiais reciclados a partir de carros antigos e bicicletas para criar uma “máquina-monstro”, esculpida para parecer uma besta alienígena.
Roongrojna Sangwongprisarn dá um confere na rabeta da sua “criação”
Apesar de ser toda construída  com peças de sucata, a “moto-alien” é  espetacular e surpreendente - ao contrário de muitos adereços dos filmes de ficção científica.
 Ele tem quatro lojas da Ko Art Shop  e exporta para aficcionados por motos e ficção científica de várias partes do mundo. 
Portanto se você encontrar uma dessas rodando por aí, não é filme, é vontade de ser diferente mesmo… 
O piloto é quase tão esquisito quanto a moto, hehe…
E para enfrentar a “Moto-Alien”…
Só mesmo a “Moto-Predador”!
Fonte: Daily Mail/Eugene Pierron/Mundomoto

Formula 1: Vettel garante a pole, e Massa supera Alonso pela 1ª vez no ano.

Hamilton, que larga em 2º, por pouco não põe fim à soberania da RBR aos sábados. Com cronômetro zerado, brasileiro faz 4º tempo, à frente do espanhol.

A supremacia em corridas já havia sido posta em dúvida nos últimos compromissos. Faltava pôr fim ao domínio da RBR dos treinos classificatórios. Com o cronômetro zerado, Lewis Hamilton, da McLaren, esteve perto de conseguir o feito em Budapeste. Líder absoluto, mas pressionado pelos últimos resultados, Sebastian Vettel, no entanto, soube esperar. Acelerou em sua última volta e impôs, na marra, sua oitava pole na temporada. Com o tempo de 1m19s815, superou o rival inglês, com 1m19s978, e Jenson Button, também da McLaren, com 1m20s024, e vai largar em primeiro no GP da Hungria, no circuito de Hungaroring.
Felipe Massa também esperou por sua última ida à pista para vencer um duelo pessoal. Pela primeira vez na temporada, conseguiu ser mais rápido que seu companheiro de Ferrari em um treino classificatório. Na tentativa derradeira, o brasileiro marcou 1m20s350 e, vai sair em quarto no grid, enquanto o espanhol ficou para trás, em quinto, com 1m20s365. O GP da Hungria terá largada às 9h deste domingo (horário de Brasília). A Rede Globo transmite a corrida ao vivo, e o GLOBOESPORTE.COM acompanha tudo em Tempo Real.
VETTEL rbr gp da hungria (Foto: agência AP) 
Vettel garantiu sua oitava pole na temporada já com o cronômetro zerado (Foto: agência AP)
A outra RBR ficou para trás. Mark Webber não conseguiu acompanhar o embalo de Vettel e ficou com o sexto lugar no grid. Ele largará à frente de Nico Rosberg, da Mercedes, e Adrian Sutil, da Force India. Michael Schumacher, também da Mercedes e que por pouco não ficou fora do Q3, sairá da nona posição, acompanhado por Sergio Pérez, em décimo.
Fonte: globoesporte.com-Budapeste

BMW apresenta dois novos conceitos híbridos.

A alemã BMW está disposta a investir alto no mercado de carros híbridos. A montadora apresenta hoje (29), na cidade alemã de Frankfurt, os protótipos que marcarão a estreia da sub-marca BMW i e darão origem aos primeiros modelos que combinarão motores a combustão e elétricos. O hatch compacto i3 chegará ao mercado europeu em 2013, enquanto que o esportivo i8 é esperado para 2014.
BMW apresenta dois novos conceitos híbridos
Selo BMW i inaugura fase ecologicamente correta da marca alemã
O primeiro é tido como um veículo destinado ao tráfego urbano. O i3 terá autonomia de aproximadamente 150 km, e será equipado com motor elétrico de 125 kW. O modelo cumprirá o 0 a 100 km/h em menos de oito segundos. O carro também possui um carregador de alta velocidade capaz de recuperar 80% da energia da bateria em cerca de uma hora.

Já o i8 é um híbrido esportivo, que leva menos de cinco segundos para fazer de 0 a 100 km/h. O motor elétrico de 260 kW garante 35 km de autonomia com utilização 100% elétrica. O esportivo ainda possui um motor 3.0 litros a gasolina. A velocidade máxima é limitada eletronicamente aos 250 km/h.


Os dois modelos serão produzidos na planta da BMW localizada em Leipzig, na Alemanha. A produção do i3 e do i8 prevê investimentos de cerca de 400 milhões de euros até 2013. A unidade de fabricação também vai aderir à onda verde: as emissões de dióxido de carbono serão totalmente compensadas com a utilização de eletricidade proveniente de fontes renováveis. A marca ainda considera a possibilidade de construir turbinas eólicas no local.
Fonte: MotorDream

JAC vai produzir no Brasil. Anúncio da fábrica da marca chinesa deve ser na próxima segunda.

As informações ainda não são oficiais, mas Autoesporte apurou junto a fontes do mercado de importados que na próxima segunda-feira, 1º de agosto, Sergio Habib, presidente do grupo SHC, e o vice-presidente mundial da chinesa JAC Motors, Dai Maofang, deverão anunciar a construção de uma fábrica, ainda sem local definido.
JAC
 Em nota divulgada à imprensa há pouco, a marca limita-se a dizer que fará um pronunciamento na data citada e que “um expressivo investimento no país (...) ampliará significativamente a participação da JAC Motors no mercado brasileiro para os próximos anos”.
De acordo com as fontes consultadas, a intenção inicial é de que a capacidade produtiva seja de 100.000 unidades/ano. A princípio, o modelo inaugural seria inédito. Por isso, não espere pela nacionalização do J3 hatch e Turin, nem do J6 e do J5 – que chegam ao mercado ainda este ano.
Há alguns meses, durante o lançamento oficial do J3 em nosso país, Sergio Habib afirmou que a construção de uma fábrica só seria viável quando conseguisse vender 100 mil unidades por ano. Ao que tudo indica, parece que o executivo espera alcançar esse número já em 2013 – quando deve começar a operar a linha de montagem brasileira.
Se confirmado, o anúncio seguirá o de outras duas empresas chinesas, Lifan e Chery, que já divulgaram suas fábricas no Brasil. Somente a Chery já sabe onde vai instalar a sua: na cidade paulista de Jacareí.
Fonte: Autonews/Renata Viana de Carvalho

Citröen 2CV ganha linhas do século 21.

A onda de atualizar clássicos resgata mais um ícone da indústria automobilística. Depois do Volkswagen Beetle, do Mini Cooper e do Fiat 500, é a vez do francês Citröen 2CV ganhar linhas do século 21.
Citröen 2CV ganha linhas do século 21
Atualização do clássico francês será preocupada com questões ambientais.
A marca já desenvolve o projeto do novo 2CV, baseado no conceito C-Cactus apresentado no Salão de Frankfurt em 2007. O portal italiano Infomotori, parceiro de MotorDream, fez projeções gráficas de como será o “remake” do carrinho.


A projeção foi criada levando em conta a nova tendência de design da marca, com linhas próximas às da nova geração do hatch compacto C3, lançada no final de 2009 na Europa. A maior diferença está na dianteira, que possui faróis circulares que remetem ao 2CV original. A carroceria também apresenta teto de vidro – que pode ser aberto eletronicamente, como no Citröen C3 Pluriel, vendido na Europa até 2010 – e faróis traseiros com iluminação em leds.


Um dos objetivos da Citröen com o “revival” do 2CV é atualizar o modelo às preocupações ambientais do novo século. O motor deve ser o 1.2 litro de três cilindros turbo, com potência entre 110 cv e 130 cv, com nível de emissão de dióxido de carbono abaixo de 95 g/km. O modelo também deve ganhar versões com motorização híbrida e elétrica. Ainda não há previsão para a chegada do novo 2CV às ruas.

O 2CV vendeu mais de 5 milhões de unidades entre 1948 e 1990, quando teve sua produção encerrada.
Fonte: Infomotori-Itália/MotorDream

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Ferrari, Porsche, Mercedes, Bentley e Aston Martin batem no engavetamento mais caro do mundo.

Acidente estimado em US$ 65 mil aconteceu em frente à principal praça de Mônaco.

 Reprodução Internet

Estragos foram estimados em US$ 65.340,00
O principado de Mônaco, ao sul da França, testemunhou o engavetamento mais caro do mundo, envolvendo uma Ferrari, um Porsche, uma Mercedes, um Bentley e um Aston Martin

O acidente aconteceu quando uma loira dirigindo um Bentley não conseguiu frear seu carro a tempo. Centenas de turistas assistiam à cena, quando o Bentley Azure (de US$ 408 mil), parou em frente à famosa Place du Casino, principal praça de Mônaco.

A primeira vítima foi um Mercedes Classe S branco, no valor de US$ 122,5 mil, que foi tragicamente raspado na lateral. Ainda sem frear, o Bentley seguiu para cima de uma Ferrari F430 de US$ 228,6 mil.
Reprodução Internet
Ferrari, Porsche, Mercedes, Bentley e Aston Martin batem sob o olhar de dezenas de turistas
Os dois carros atingidos na sequência foram um Aston Martin Rapide de US$ 228,6 mil e um Porsche no valor de US$ 130,6 mil, que sofreu danos na parte dianteira.

A motorista do Bentley e seus dois passageiros ficaram presos no carro, já que as portas dos dois lados do veículo travaram.

O custo total dos reparos ficou estimado em US$ 65.340. A Ferrarri, o Porshe, o Aston Martin precisarão de novos capôs e pára-choques. O Bentley, além disso, terá gastos extras para consertar os danos sofridos.

Fonte: Época/NEGÓCIOS-Online

Maserati SUV

- Finalmente parece que o futuro chegou para a Maserati: a fabricante italiana apresentará o Maserati SUV, o seu novo carro-conceito, em setembro, no Salão do Automóvel de Frankfurt.
Frankfurt: vem aí o Maserati SUV
Modelo será apresentado, no mês de setembro, em exposição na cidade alemã
- A empresa aposta no aumento das vendas e para alcançar a meta é necessário promover o desenvolvimento de sua linha. Em 2012, será lançado também um modelo, ainda sem nome, mas que já foi definido como o "irmão" mais novo do Quattroporte. O carro competirá diretamente com o Audi A6, BMW Série 5 e Mercedes Classe E. O próprio Quattroporte será completamente remodelado dentro de poucos anos.
- O Maserati SUV será produzido sobre a mesma base do Jeep Grand Cherokee. Os engenheiros da montadora desenvolveram ainda uma nova suspensão para garantir uma condução agressiva e dinâmica. Os principais rivais do modelo serão o Infiniti FX50 e Porsche Cayenne. O design do carro ainda é um mistério. Por enquanto apenas projeções dão ideia de como o modelo pode ficar.
- Sob o capô do Maserati serão encontrados dois motores: o tradicional 4.7 litros V8 com 450 cavalos de potência de origem Ferrari, revisto para obter um torque mais robusto em baixa rotação; e o diesel 3.0 litros, similar ao encontrado no Jeep Grand Cherokee 3.0 CRD, com 300 cv de potência.
 Fonte: Infomotori-Itália/MotorDream

Chrysler Town & Country chega ao Brasil com novidades.

- Depois de passar por algumas pequenas transformações, a minivan Chrysler Town & Country, modelo 2011, começa finalmente a ser vendida no Brasil. Com novidades no design, na mecênica e nos equipamentos internos e externos, o veículo teve o preço da versão de entrada fixado em 173.900 reais.
Chrysler Town & Country chega ao Brasil com novidades
Veículo ganhou novos ítens de conforto e mais cavalos de potência
- Algumas das principais modificações estão na parte da frente, como novos para-choques, nova grade e capô. A parte traseira traz nova tampa do porta-malas e novas lanternas com luzes de led. A minivan também passou a ter rodas de liga leve de 17 polegadas.
- O motor da Chrysler Town & Country é o 3.6 litros V6 Pentastar de 283 cavalos de potência. Esta unidade substituiu a antiga de 3.8 litros V8, mas com apenas 193 cv. O câmbio é automático de seis velocidades.

- Com amplo espaço interno e capacidade para carregar confortavelmente sete pessoas, a minivan é equipada com sistema de som MyGig com CD, DVD e entrada USB, uma tela de 6,5 polegadas no painel e outras duas de nove polegadas no teto, airbags, controle eletrônico de estabilidade, câmera traseira e sistema de monitoramento de pneus.


Fonte: MotorDream

Classe G cobra caro por estigma lameiro.

Mercedes de R$ 460 mil mantém visual quadrado, mas conquista por status e aptidão off-road.
Mercedes-Benz
Classe G tem visual quadradão, mas é posudo e chama atenção por onde passa.
Com R$ 460 mil na conta bancária é possível comprar um Porsche Cayman e um Land Rover Freelander 2 topo de linha. Também dá para comprar um belo apartamento de três dormitórios na capital paulista. Mas o mesmo valor coloca na garagem o mítico Mercedes-Benz Classe G 55 AMG, o jipão com aparência rústica e muito luxo da marca alemã, oferecido no Brasil por US$ 295 mil. Fomos até o interior de São Paulo conhecer um pouco mais desse utilitário de luxo em uma volta rápida em circuito off-road e também na estrada.

A montadora afirma ter emplacado 10 unidades em 2011 e pretende vender outras 9 até o final do ano. Qual a estratégia? Apelar para o lado extravagante do
Classe G. O modelo esbanja personalidade. Passados 32 anos do lançamento, o visual é praticamente o mesmo. Da grade quadrada aos faróis redondos e as linhas absurdamente retas. Pouco mudou no jipe trintão. Por que? Questão de estilo, do estigma que o carro criou ao longo dessas três décadas. A presença é inegável, assim como a semelhança com o Land Rover Defender, com uma boa dose de luxo, é claro.
Mercedes-Benz
Utilitário da Mercedes suporta uma inclinação lateral de até 54º sem qualquer sofrimento.
O visual “bravo” é queridinho entre as personalidades de Hollywood, da atriz Megan Fox à cantora Jennifer Lopez. No Brasil, saem de cena as garotas e entram os apresentadores: Luciano Huck e Fausto Silva possuem o Classe G. O jogo de rodas aro 19 é o item que mais esbanja modernidade no exterior do jipão, calçadas com pneus Pirelli Scorpion 275/55. O tamanho não é tão assustador. Mede 4,66 metros de comprimento, por 2 metros de largura. A altura, porém, atrapalha um pouco: 1,93 metro e um leve incomodo para entrar no jipão.
Mercedes 
Por dentro, há um mix de estilo rústico e moderno. O painel tem linhas agradáveis, mas não tem profundidade, típico dos carros dos anos 70. Não dá pra dizer que é moderno, mas sim coberto de luxo. O teto é todo revestido de alcântara, assim como as laterais do volante — o comprador pode optar por madeira. Caso queira personalizar o carro, a espera pode levar até 6 meses. O banco dá um show de luxo, todo controlado por botões, com direito a um dispositivo que aperta ou afrouxa as abas laterais do encosto. Há um moderno sistema de som com direito a tela de 7” e controles no volante. O ar-condicionado, porém, é analógico.

É no meio do barro e da sujeira que o
Classe G exalta suas origens. Dotado de tração independente nas quatro rodas, conhecida como 4ETS, ele encara o que vier pela frente, seja buraco, barranco, ladeira ou inclinações. O Mercedes não tem medo de nada. Três botões no painel que travam o diferencial (dianteiro, traseiro e central) permitem que ele saia dos desafios mais difíceis. Caso apenas uma roda toque o chão, ela dará conta de empurrar o carro usando todo o torque de 69 kgfm do motor V8 5.5. Caso a reduzida esteja acionada, esse valor pode subir para mais de 130 kgfm.
Mercedes-Benz
No asfalto, o Classe G mostra a desenvoltura do V8 de 507 cv, mas balança bastante. Controle de tração e freios ABS trazem segurança
Segundo a Mercedes, ele agüenta uma inclinação lateral de até 54º e nós vimos isso na prática. O medo de tombar é constante, mas o máximo que acontece é escorregar no banco ou bater a cabeça no vidro. E o que modelo tem de divertido no barro, tem de estranho no asfalto. Definitivamente, não é um carro para ser usado todos os dias na cidade grande. A visibilidade traseira é ruim por conta do estepe e da tela que separa o porta-malas do banco traseiro. Na frente, ponto positivo para a posição de dirigir, que permite ver toda a dianteira imponente do jipão. 
Mercedes
Painel é repleto de luxo, mas tem linhas pouco modernas. Sistema de som dá um show a parte, mas ar é analógico.
Motor V8 tem 507 cv e torque de 69 kgfm
É praticamente impossível usar os 507 cv do motor V8. O ronco acaba sendo o grande atrativo e, claro, o torque disponível logo aos 2.650 rpm. O peso de 2.580 kg contribui para o desconforto na cidade, retardando o tempo de frenagem e a altura e o eixo rígido (bom para o off-road) fazem o jipão balançar bastante nas curvas, além de emitir ruído com os pneus. A velocidade máxima, segundo a marca, é de 210 km/h e o modelo é capaz de chegar aos 100 km/h em incríveis 5,5 segundos.

A vida do
Classe G pode não ser longa, já que existe uma versão chamada Final Edition (ou edição final) para o modelo de duas portas, lançada em maio na Alemanha. O gerente de produto do modelo, o alemão Thomas Schwegler, nega: “Não há qualquer previsão do fim de sua produção. É um carro com fãs no mundo inteiro”. Eles realmente existem e estão dispostos a pagar um valor exagerado por um modelo com traços tão antigos, mas com um status e desempenho off-road, que poucos tem. É coisa de xeque árabe, cantor de hip-hop, atriz norte-americana...
Mercedes
Bancos, teto e volante podem receber personalização de acordo com gosto do dono. Porém, tempo de espera pode chegar a 6 meses.
Fonte: Ricardo Sant'Ann/AutoEsporte

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Hyundai: Novidades em 2011.

 (Fotos: Hyundai/Divulgação)
Veloster, Elantra e nova geração do Azera. Três modelos que não tardarão a ser conhecidos pelos brasileiros, pois a Hyundai pretende lançá-los no país em breve. O Veloster será o primeiro a chegar: o lançamento já está marcado, para o dia 15 de agosto. Trata-se de um carro bastante exótico, com linhas agressivas e carroceria de três portas (uma do lado do motorista e duas do lado do passageiro). Os preços variam de R$ 63 mil a R$ 68 mil, dependendo do nível de equipamento.

Segundo o fabricante, o Veloster é um carro divertido de guiar. À primeira vista, o motor 1.6 16v com 138 cv de potência e 16,7 mkgf de torque, equipado com injeção direta, parece oferecer desempenho apenas razoável. Ocorre que o veículo é muito leve: pesa cerca de 950 kg, valor semelhante ao de um carro popular, o que torna a relação peso/potência bastante favorável. Serão oferecidos dois tipos de câmbio, manual e automatizado de dupla embreagem, ambos de seis marchas.

Entre os itens de conforto, o Veloster terá direção hidráulica, sensores crepuscular e de estacionamento, dispositivo de partida sem chave, câmera de ré, bancos, interior revestido em couro, ar condicionado com duas zonas de temperatura, vidros, travas, retrovisores e banco do motorista com comandos elétricos, cruise-control, rodas de liga leve aro 17 e sistema de som com entradas auxiliares e bluetooth. O pacote de segurança é composto por airbags frontais, laterais e do tipo cortina, além de freios ABS.

O Elantra deverá chegar logo depois, entro o final de agosto e o início de setembro. O design também é arrojado, seguindo em conceito que a Hyundai chama de %u201Cescultura fluida%u201D, mas a carroceria é convencional, com três volumes e quatro portas. A Hyundai está de olho no segmento dos sedãs médios, como o Honda Civic e o Toyota Corolla. Os preços partem de aproximadamente R$ 69 mil e ultrapassam os R$ 80 mil nos modelos top de linha.

O motor é um 1.8 de 145 cv, movido apenas a gasolina, que pode trabalhar em conjunto com um câmbio manual de seis velocidades ou com um automático, com o mesmo número de marchas. Assim como o Veloster, o Elantra traz dispositivo de partida sem chave, câmera de ré, cruise-control, rodas de liga leve aro 17 e e sistema de som com entradas auxiliares e bluetooth. Todas as versões terão airbags frontais e freios ABS, mas os airbags laterais e do tipo cortina são restritos às configurações mais caras.

A terceira novidade demorará um pouco mais a desembarcar no Brasil. A Hyundai informou, via twitter, que nova geração do Azera será apresentada ao público americano no Salão do Automóvel de Los Angeles, em novembro. Só depois o sedã de luxo vai dar o ar da graça por aqui. O design é atual, mas mais comportado que o dos irmãos. Elementos de estilo da atual geração, como grade trapezoidal, paralamas traseiros ressaltados, vigia lateral e lanternas traseiras unidas por uma régua.
Fonte: Alexandre Carneiro Soares/Estado de Minas/Vrum.com.br

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