sábado, 24 de novembro de 2012

Mercedes SLS AMG GT faz estreia no Brasil, como safety car da F1.

Mercedes-Benz SLS AMG GT, como safety car da Fórmula 1 (Foto: Divulgação)Com 20 cavalos a mais, versão GT ainda não tem data para chegar ao país. Piloto do carro de segurança relata como é dirigir o esportivo na pista. Mercedes-Benz SLS AMG GT, como safety car da Fórmula 1. Além de conferir a disputa pelo título mundial de Fórmula 1, neste domingo (25), em Interlagos, São Paulo, os brasileiros podem ver pela primeira vez no país o novo Mercedes-Benz SLS AMG GT. (VEJA FOTOS)Ainda sem previsão de ser comercializado no país, a versão “turbinada” do SLS será o safety car da última prova da temporada. “É quase um carro de corrida, mas pode ser dirigido na rua”, afirma o piloto Bernd Maylënder, de 41 anos, responsável por guiar o carro.

Apresentada em junho, na Alemanha, a versão GT do SLS tem 591 cavalos – 20 cv a mais que o SLS AMG tradicional. De acordo com a empresa, o esportivo com as clássicas “asas de gaivota” teve suspensões e câmbio melhorados, o que resultou em trocas de marchas mais rápidas. A fabricante alemã declara velocidade máxima do modelo é de 317 km/h – limitada eletronicamente. “Em Interlagos, é possível chegar a 245 km/h”, explica o alemão Mayländer.
Bernd Maylënder, piloto oficial do safety car da FIA (Foto: Rafael Miotto/G1)
Bernd Maylënder, piloto oficial do safety car da FIA (Foto: Rafael Miotto/G1) Com motor V8 de 6.208 cm³, o GT é capaz de fazer de 0 a 100 km/h em 3,7 segundos, informa a Mercedes. Para chegar a 200 km/h, são 11,2 segundos. “Eu me divirto, tenho de andar no limite, mas não ultrapassá-lo”, diz Mayländer. “O limite é o que o carro permite”, acrescenta o piloto do safety car. Com relação ao modelo original, o carro usado nas pistas da principal categoria do automobilismo mundial recebeu poucas mudanças - a estreia do GT na cetegoria foi GP de Hockenheim, na Alemanha.
Além da sirene, a carro possui todos equipamento eletrônicos, como o rádio intercomunicador, no porta-malas. O painel, console central e assentos também são diferentes para se adaptarem às funções do safety car. Além da versão Coupé, como a do Safety Car, o SLS AMG GT possui opção Roadster, que é conversível. No Brasil, as versões tradicionais do SLS AMG, sem a sigla “GT” são vendidas por R$ 770 mil (coupé) e R$ 780 mil (Roadster).
Prazer de andar na frente dos campeões
O piloto responsável por dirigir o SLS GT em Interlagos tem vasta experiência na função, já que desde de 2000 é responsável por guiar o safety car da Federação Internacional de Automobilismo (FIA). Mayländer não esconde a satisfação de correr na frente de campeões. “É uma situação diferente. Sempre estou na frente na corrida, mas nunca vou vencer. Tenho de pensar de maneira diferente, este é meu trabalho”, explica. “Quando estou na frente fico com sorriso no rosto”, acrescenta.

No entanto, apesar da evidente satisfação de correr junto aos carros de Fórmula 1, o piloto garante que não espera por situações críticas, nas quais seu serviço é acionado. “Eu vi a previsão do tempo para domingo, que deve ter chuva, mas espero que não se concretize”, enfatiza o piloto. Além de duas unidades do SLS para fazer o papel do carro de segurança, o Medical Car oficial do evento é C 63 AMG Estate - também com dois exemplares disponíveis.

Interior do Mercesde SLS AMG GT (Foto: Divulgação)Interior do Mercedes SLS AMG GT que é carro de segurança da Fórmula 1 (Foto: Divulgação)
Mercedes-Benz SLS AMG GT safety car (Foto: Divulgação)Mercedes-Benz SLS AMG GT safety car (Foto: Divulgação)
Fonte: AutoEsporte/Rafael Miotto

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