terça-feira, 6 de novembro de 2012

Setor automotivo no fogo cruzado de Romney e Obama nos EUA.

Setor automotivo no fogo cruzado de Romney e Obama nos EUA Enquanto Obama usa o resgate da indústira em campanha, adversário credita cortes de empregos às políticas do atual presidente. A corrida presidencial dos Estados Unidos aterrisou no campo da indústria automobilística. O candidato republicano Mitt Romney voltou a atacar o atual presidente Barack Obama e suas políticas para o setor, em busca de votos em Ohio.
E a campanha de Romney acabou puxando a General Motors e a Chrysler para o meio do tiro cruzado entre os dois postulantes à Casa Branca.
Para Romney, o país precisa ser mais austero diante das relações das empresas locais com outros países, principalmente a China. O republicano argumenta que à medida que as fabricantes expadem seus negócios para o país asiático, os empregos nos Estados Unidos são cortados. O CEO do Grupo Chrysler, Sergio Marchionne, disse aos funcionários que as afirmações de Romney são imprecisas. O porta-voz da GM, Greg Martin, também contestou a campanha do candidato. "É propaganda enganosa", disse Martin. "Estamos nos últimos dias da campanha e esse tipo de declaração é bastante previsível".
No final de 2008, o então presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, concedeu financiamento emergencial para salvar a General Motors e a Chrysler da falência, enquanto o recém-eleito Obama não assumia o cargo. Em seguida, com a injeção de US$ 85 bilhões, as empresas foram salvas da falência. Na época, o Grupo Fiat comprou o Grupo Chrysler, aplicando capital em teroca de carros, tecnologia e experiência de gestão.
O resgate do setor automobilístico norte-americano tem sido o principal argumento de Onama, principalmente nos estados industriais como Michigan e Ohio. O presidente tem vencido constantemente as pesquisas em Ohio, onde um republicano jamais perdeu as eleições presidenciais. Em outubro, apuração feita em parceria entre a Rede CBS, o jornal New York Times e a Universidade de Quinnipiac apontou Obama com cinco pontos percentuais à frente de Romney - 50% contra 45%. Em outra pesquisa, realizada pela Universidade de Cincinati, o democrata também aparece na liderança, com dois pontos de vantagem - 48% a 46%.

Fonte:  Michael Figueredo/MotorDream

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